Miami consolidou-se como o ponto de encontro onde inovação, tecnologia e gestão clínica convergem para repensar o acesso do paciente.
Durante o evento, os painelistas exploraram como as instituições podem deixar para trás a automação fragmentada e avançar para uma orquestração que integra dados, canais e decisões em tempo real.
O debate destacou como a inteligência artificial pode coordenar, prever e personalizar cada etapa do percurso do paciente, permitindo que as instituições recuperem o controlo operacional sem substituir os seus sistemas atuais.
Os participantes concordaram que a orquestração não substitui as pessoas: ela capacita-as, eliminando o ruído operacional e devolvendo tempo à equipa clínica.
"A verdadeira mudança ocorre quando deixamos de automatizar tarefas e começamos a orquestrar decisões. Não se trata de substituir ninguém, mas de libertar tempo para atender melhor."
"A inteligência artificial aplicada com propósito transforma o atendimento ao paciente somente quando os dados, a empatia e os processos trabalham juntos."
Os resultados partilhados durante o evento confirmaram o impacto do modelo de orquestração: redução de 50% nas faltas, aumento de 20% nos pacientes atendidos e um retorno sobre o investimento de até 10 vezes nos primeiros meses.
As instituições que adotam esta abordagem conseguem operar com precisão preditiva, eliminando tempos mortos e melhorando a experiência integral do paciente.
Conheça os líderes que participaram do evento nos escritórios do Google em Miami:
Patricia conecta cada etapa da jornada do paciente — desde o primeiro contacto até ao acompanhamento — combinando empatia, previsão e automação para que nenhum paciente, consulta ou dado seja perdido.
Projetada para processos ambulatoriais e diagnósticos, permite que as instituições recuperem o controlo operacional, reduzam perdas e ofereçam uma experiência contínua e humana.
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